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PNEUMOLOGIA

Pneumologia é a especialidade médica responsável pelo tratamento das patologias das vias aéreas inferiores.


Entre as doenças sob enfoque da pneumologia encontram-se Apnéia Obstrutiva do Sono, Asma, Doença Pulmonar Obstrutiva crônica (DPOC), Pneumonias em suas variadas etiologias, Deficiência de Alfa-1-antitripsina (DAAT), Fibrose Cística, Tuberculose, Micoses Pulmonares, Doenças Pulmonares Intersticiais, Transtornos vasculares dos pulmões, Doenças auto-imunes com comprometimento pulmonar e as Pneumoconioses.

Além da avaliação clínica, os Pneumologistas são habilitados para a realização de exame espirométrico (ou espirometria) e broncoscopia.

 

 

PERGUNTAS FREQUENTES

 
A asma ou "bronquite asmática" ou "bronquite alérgica" é uma doença que acomete os pulmões consequente à inflamação crônica dos brônquios. Apesar de não ter cura, tem controle. O tratamento correto tem excelentes resultados e o asmático tem uma vida completamente normal.
Os principais fatores desencadeantes da asma são: Mudanças climáticas, infecções virais, poeiras, exercícios físicos e fatores emocionais.
Tendo como principais sinais e sintomas os episódios repetidos de tosse, catarro no peito, falta de ar principalmente durante a noite e/ou ao realizar exercícios.
Controlar o ambiente é muito importante, limpar bem a casa e evitar animais domésticos (gatos e roedores - mas não é sempre que os animais prejudicam o asmático).
O atual tratamento é excelente, basta os pacientes se tratarem corretamente para terem uma melhor qualidade de vida. 
No Brasil, os termos são usados como sinônimos. Na verdade, bronquite é uma inflamação inespecífica do bronquio a qualquer agente, como o cigarro ou os vírus. 
A asma é uma inflamação de natureza alérgica. Existe um mito que asma é grave e bronquite é mais leve, o que não é verdade.
Na DPOC, os tubinhos que distribuem o ar dentro dos pulmões (brônquios) podem estar inflamados e/ou os saquinhos de ar que fornecem oxigênio para o sangue (alvéolos) podem estar destruídos.
Quando a inflamação dos brônquios é mais importante que a destruição dos alvéolos, a pessoa tem "bronquite crônica".
Por outro lado, quando a destruição dos alvéolos é mais importante que a inflamação dos bronquios, a pessoa tem "efisema pulmonar".
Hoje em dia o tratamanto da DPOC pode permitir que você tenha uma qualidade de vida muito melhor do que há alguns anos.
A ação mais eficaz para evitar a manifestação e piora da DPOC é parar de fumar. Importante também é manter-se fisicamente ativo.
O tratamento é feito através de remédios broncodilatadores também associando uma medicação anti-inflamatória, seja por via inalatória ou como comprimidos.
A DPOC é  uma doença totalmente controlável e a maioria das pessoas cosegue conviver com ela por muitos anos.
É uma doença causada por uma bactéria que ataca principalmente os pulmões, mas pode também ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e pleura (membrana que envolve os pulmões)
Ambientes fechados e mal ventilados favorecem a transmissão da doença. A vacina BCG, obrigatória para menores de um ano, só protege as crianças contra as formas mais graves da doença. Adultos NÃO são protegidos por essa vacina.
Após o diagnóstico na unidade de saúde, o tratamento deve ser feito o quanto antes e por um período mínimo de seis meses, diariamente e sem nenhuma interrupção, mesmo com o desaparecimento dos sintomas, só terminando quando o profissional de saúde confirmar a cura por meio de exames.
A tuberculose é transmitida de pessoa a pessoa. Ao espirrar, tossir ou falar, o doente com tuberculose nos pulmões espalha no ar as bactérias que podem ser aspiradas por outras pessoas. Geralmente após quinze dias de tratamento a pessoa já não transmite mais a doença.
Quem tem tosse por mais de três semanas, acompanhada ou não de febre no fim do dia, suor noturno, falta de apetite, perda de peso, cansaço ou dor no peito pode ter tuberculose.
Pneumonias são infecções pulmonares que podem ser causadas por bactérias, vírus ou raramente fungos.
Os principais sintomas de uma pneumonia são febre (normalmente por mais de 2 a 3 dias), tosse produtiva, cansaço e falta de apetite entre outros. Existem casos atípicos, nos quais podem ocorrer sintomas leves, tosse seca ou até mesmo ausência de febre.
O diagnóstico é feito principalmente através do histórico clínico e do exame físico realizado pelo médico, que normalmente lança mão da radiografia de tórax como ferramenta auxiliar.
Na maioria dos casos o tratamento é feito com antibióticos que podem ser dados por via oral em domicílio ou, nos casos graves que são a minoria, por via endovenosa em hospital.
Grande parte dos pacientes responde de maneira satisfatória ao tratamento, sem que ocorram seqüelas ou quaisquer prejuízos futuros.
Alguns casos evoluem com complicações como derrame pleural, empiema ou abcesso pulmonar. Nestas situações, a internação hospitalar é necessária e alguns pacientes podem ser submetidos a um procedimento cirúrgico (principalmente a drenagem torácica).
Quando ocorrem pneumonias complicadas ou de repetição, o pediatra ou o pneumologista infantil pode conduzir uma investigação a fim de detectar possíveis fatores predisponentes à ocorrência destas infecções.
Após o tratamento, é importante que a criança retorne com seu pediatra que indicará a rotina de seguimento ou qualquer investigação.
Rinite alérgica é uma doença inflamatória crônica da mucosa nasal caracterizada pela presença de um ou mais dos seguintes sintomas: obstrução nasal, coriza nasal, espirros, prurido nasal e diminuição do olfato.
Quando persistente, a rinite pode necessitar de tratamento de manutenção para evitar sintomas como espirros em salva, prurido e coriza nasal.
A rinite descontrolada pode levar a alterações de respiração (respiração bucal), prejudicar o sono (gerando roncos noturnos por exemplo) e até mesmo a problemas posturais.
Existem medicações seguras e eficientes para o tratamento da rinite que associados a medidas ambientais podem levar a um controle eficiente da doença.
O tabagismo é uma toxicomania caracterizada pela dependência física e psicológica do consumo de nicotina, substância presente no tabaco.
Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, os cigarros contém cerca de 4720 substâncias tóxicas, sendo uma delas, a nicotina, responsável pela dependência.
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o tabagismo é o responsável por cerca de 30% das mortes por câncer no Brasil, 90% das mortes por câncer do pulmão, 25% das mortes por doença coronariana, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e 25% das mortes por derrame cerebral. Ainda de acordo com a OPAS, não existem níveis seguros de consumo do tabaco.
As doenças ocasionadas pelo consumo de tabaco matam 4,9 milhões de pessoas por ano. Vale dizer que o tabagismo, hoje, mata mais que a soma das mortes por AIDS, cocaína, heroína, álcool, suicídios e acidentes de trânsito. 
Fumar causa:
• Vasoconstrição e redução do fluxo de sangue para os tecidos.
• Lesão do endotélio dos vasos.
• Aumento da agragação plaquetária, pressão arterial e frequência cardíaca.
• Redução do colesterol bom (DHL) e da liberação do oxigênio para os tecidos.
• Aumento da acidez do estômago.
• Irritação e inflamação dos olhos, gargantas e vias aéreas.
• Paralisação e destruição dos cílios das vias aéreas, dificultando a eliminação de muco e catarro.
• Aumento da produção de radicais livres que lesam as células.
• Aceleração da arteriosclerose.
Benefícios ao parar de fumar:
• Melhora do olfato, da capacidade física, o gosto pelos alimentos e principalmente a expectativa de vida.
• Reduz o risco de câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias.
• Término do hálito de tabaco.
• Economia por não comprar cigarro.
• Um grande exemplo para amigos e familiares, em especial filhos e netos.